Elvas, Olivença e Vila Viçosa

  • Destination:
  • Duration: 2 days
  • Departs: 24/03/2018
  • Arrives: 25/03/2018
  • Price: 265€

passaporte

Quarto Duplo

265€

Suplemento Quarto Individual

30€

 

Programa inclui:

  • Transporte privativo em autocarro de turismo, consoante percurso descrito no itinerário detalhado;
  • Acompanhamento de Guia Intérprete Oficial durante toda a viagem;
  • 1 Noite de estada no hotel 4**** mencionado com pequeno almoço incluído;
  • Regime pensão completa (desde o almoço do 1º dia até ao almoço do 2º dia, num total de 3 refeições) com bebidas incluídas;
  • Todas as visitas mencionadas no itinerário com entradas incluídas (antiga Sé de Elvas, Forte da Graça, Paço de Vila Viçosa);
  • Prova de Vinhos em Adega;
  • Seguro de viagem;
  • Taxas de serviço; hoteleiras e Iva em vigor á data de 07.12.2016;

Programa não inclui:

  • Quaisquer serviços que não se encontrem devidamente mencionados no presente itinerário e extras de carácter pessoal (ex. telefonemas, bar, mini-bar, lavandaria, etc.) e refeições não mencionadas;
  • Gratificações aos motoristas e guias.
1º Dia – Lisboa / Elvas / Olivença / Elvas
Em hora e local a informar, partida em autocarro privado com destino a Elvas. Chegada e inicio da visita da cidade. Povoação anterior aos romanos e implantada em privilegiado local estratégico, Elvas passou a integrar definitivamente o território de Portugal com o rei D. Sancho II em 1228. Zona de fronteira desde o século XII, devido às vicissitudes da história foi fortemente marcada pela sua fundação militar, o que a torna hoje um verdadeiro museu de fortificações de várias épocas. Elevada a cidade por D. Manuel I em 1513 e sede episcopal de 1570 a 1881, aqui se fizeram casamentos ilustres que selaram alianças ibéricas, como o dos futuros reis D. João IV com D. Luísa de Gusmão Medina-Sidónia, e D. José I com D. Maria Ana Victória, Infanta de Espanha. O centro histórico da praça forte de Elvas é abraçado pelas impotentes muralhas seiscentistas que desde então o defenderam da invasão estrangeira. Exemplo notável da primeira tradição holandesa de arquitetura militar, estas muralhas desenhadas pelo jesuíta holandês Cosmander juntamente com os Fortes da Graça e Santa Luzia e os fortins, fazem de Elvas o maior conjunto de fortificações abaluartadas do mundo. Visita da Igreja de Nossa Senhora da Assunção, antiga Sé de Elvas. O atual edifício foi erguido a partir de 1517 em substituição a uma igreja gótica anterior. O autor do projeto em estilo manuelino foi, provavelmente, Francisco de Arruda. A abertura ao culto foi realizada em 1537, com as obras ainda inacabadas. Da época manuelina data a estrutura geral do templo, uma igreja-fortaleza ameiada. O nártex de entrada sob a torre e o portal lateral também são manuelinos. O portal principal, de Miguel de Arruda, data de 1550 e tem caráter renascentista. Em 2014, a antiga Sé de Elvas foi integrada num novo projeto do Ministério da Defesa Nacional, criado com o apoio do Turismo de Portugal, chamado Turismo Militar, que tem como objetivo revitalizar antigos pontos históricos de Portugal, através da criação de Roteiros temáticos baseados em heróis portugueses. Continuação para visita do Forte de Nossa Senhora da Graça, oficialmente denominado como Forte Conde de Lippe a cerca de um quilómetro a norte da cidade de Elvas. Em posição dominante sobre o chamado Monte da Graça, integrava a defesa da Praça-forte de Elvas e Cidade – Quartel Fronteiriça de Elvas e as suas Fortificações – classificado desde o dia 30 de Junho de 2012 como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO. A boa posição estratégica do local evidenciou-se durante a Guerra da Restauração, quando as tropas espanholas ocuparam o local durante o cerco à cidade de Elva no ano de 1658 que precedeu a Batalha das Linhas de Elvas a 14 de Janeiro de 1659. Em 2014, o Forte Nossa Senhora da Graça foi integrado num novo projeto do Ministério da Defesa Nacional, criado com o apoio do Turismo de Portugal, chamado Turismo Militar, que apresenta roteiros históricos baseados em heróis portugueses. Devido à forte necessidade de preservação, em 2014 o Forte entrou para a lista bienal do World Monuments Watch. Almoço em restaurante. De tarde, passagem da fronteira por Badajoz e visita de Olivença cidade fronteiriça a cerca de 24 kms de Badajoz e que durante seis séculos pertenceu a Portugal, sendo por isso uma cidade com memória portuguesa. No trajeto para Olivença, vista da Ponte da Ajuda que foi mandada erguer por Manuel I de Portugal com a função de assegurar a operação das forças militares portuguesas na margem esquerda do rio Guadiana, em apoio ao Castelo de Olivença, em 19 de dezembro de 1510, no chamado local de Nossa Senhora da Ajuda. Em 1597, alguns dos arcos centrais desabaram, em consequência de fortes cheias que aumentaram significativamente o caudal do rio Guadiana. Mais tarde, em 1641, após vários invernos rigorosos causando danos à ponte, esta foi reparada por ordem do general D. João da Costa, que mandou substituir dois dos arcos deficientes por pontes levadiças. Visita exterior ao castelo, à Igreja de Santa Maria, ao pórtico Manuelino da Câmara Municipal e à Igreja da Madalena. Regresso a Elvas. Check in no Hotel São João de Deus 4****. À noite, saída para jantar em Restaurante. Regresso ao Hotel e alojamento.
2º Dia – Elvas / Vila Viçosa / Estremoz / Lisboa
Após o pequeno almoço, saída em direção Vila Viçosa, bonita Vila Alentejana, sede de concelho e com uma rica história e património invejável, sendo mesmo conhecida por “princesa do Alentejo”. Localizada numa das regiões mais férteis do Sul de Portugal, Vila Viçosa apresenta inúmeros monumentos de grande interesse, destacando-se o Castelo do século XIII, a bonita Igreja Matriz, a Igreja e Convento dos Agostinhos, os Conventos de Santa Cruz, Capuchos, da Esperança ou o renascentista Convento das Chagas, bem como as muitas casas apalaçadas decoradas com o tradicional mármore, e a grande herança manuelina por entre pormenores arquitetónicos da vila. Entre as várias personalidades naturais de Vila Viçosa, destaca-se a poetisa Florbela Espanca, precursora do movimento feminista em Portugal, e autora de fabulosas obras de arte, conseguindo levar a glória da Vila mais além. Visita do castelo, do Santuário de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, também conhecido por Solar da Padroeira, por nele se encontrar a imagem de Nossa Senhora da Conceição, padroeira de Portugal. A igreja, que é simultaneamente Matriz de Vila Viçosa, fica situada dentro dos muros medievais do castelo da vila, não se podendo porém precisar a data exata da sua fundação, sendo que a existência da matriz é já assinalada na época medieval. O edifício atual resulta da reforma levada a cabo em 1569, reinando D.Sebastião. Continuação para visita do Paço Ducal, edifício monumental cuja construção se iniciou em 1501, por decisão do quarto Duque de Bragança, D. Jaime. As campanhas de engrandecimento e melhoramento sucederam-se ao longo dos séculos XVI e XVII, conferindo ao edifício a dimensão e as características atuais – a fachada com 110 metros de comprimento é única na arquitetura civil portuguesa e revela inspiração clássica. Com a ascensão da Casa de Bragança ao trono de Portugal em 1640, Vila Viçosa passará de residência permanente da primeira família da nobreza nacional, a mais uma das residências reais espalhadas pelo reino. A visita engloga o palácio propriamente dito, A Sala da Porcelana Chinesa, o Tesouro e a visita das carruagens. Após a visita, almoço em restaurante. De tarde, continuação por Estremoz, conhecida internacionalmente pelas suas jazidas de mármore branco, o chamado “Mármore de Estremoz”. A Estremoz foi concedida a distinção de “Notável Vila”, atribuída pelos reis de Portugal a muitas das suas vilas tendo sido elevada à categoria de cidade em 1926. Segue-se a visita de uma Adega, com Prova de Vinhos, após a qual se fará o inicio de viagem de regresso a Lisboa, com uma paragem técnica durante o percurso. Chegada prevista a Lisboa para o final do dia.
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