Portugal e as Invasões Francesas

  • Destino: ,
  • Duração: 3 dias
  • De: 09/02/2018
  • a: 11/02/2018
  • Preço: 480€

tryart

Com Sérgio Veludo Coelho

As marcas das Invasões Francesas ficaram para sempre na História material e nas memórias imateriais de Portugal. Não se fizeram unicamente sentir no plano militar e económico e na devastação de três invasões, que custaram a vida a 10% da população. O País sairia profundamente afetado das ocupações estrangeiras, sobretudo nas invasões de 1809 e 1810. O reino fora sistematicamente pilhado, saqueado nas suas famílias e bens e viu vandalizadas as suas igrejas, edifícios públicos e monumentos. Mas o povo e os soldados portugueses, com o apoio dos ingleses, reergueram-se, resistiram e passaram à ofensiva ao longo do território nacional. É nesta História que esta viagem quer navegar, pelos locais e memórias que eternizaram este dramático período.

Preço por Pessoa em Quarto Duplo

480€

Suplemento Quarto Individual

65€

 

Programa inclui:

  • Acompanhamento do Doutorado em História Sérgio Veludo Coelho durante toda a viagem;
  • Acompanhamento por um responsável da Tryvel durante toda a viagem;
  • 2 noites de alojamento em hotéis de 4****;
  • Pensão Completa com bebidas incluídas;
  • Todos os transportes como indicado no programa;
  • Todas as visitas mencionadas no itinerário;
  • Todas as entradas mencionadas no programa;
  • Todos os impostos aplicáveis;
  • Seguro Multiviagens.

 

Programa não inclui:

  • Gratificações;
  • Tudo o que não esteja como incluído de forma expressa;
  • Despesas de caráter particular designadas como extras.
1º Dia – Lisboa / Porto / Almeida
07.30 – Encontro dos participantes em Sete Rios defronte da porta principal do jardim Zoológico. Chegada ao Porto. Início do percurso no Museu Militar do Porto, em visita breve às salas temáticas da Guerra Peninsular, com referência à Primeira Invasão Francesa. De seguida, passagem e breve paragem no Museu Nacional Soares dos Reis, antigo quartel general de Soult e depois de Wellington na Segunda Invasão Francesa em 1809. Na Rotunda da Boavista breve paragem para apreciação e explicação do monumento à Guerra Peninsular que levou 50 anos a ser erigido. Visita e degustação de vinho do Porto nas Caves, evocando a destruição de pipas de vinho pelos franceses na retirada em 12 de Maio de 1809. Almoço no Restaurante Margem, em Gaia. Da margem de Gaia explicação do papel do Mosteiro da Serra do Pilar e do famoso episódio da Ponte das Barcas, ocorrido durante a Segunda Invasão (29 de março de 1809). Partida de autocarro para Almeida. Chegada a Almeida. Check in no Hotel Fortaleza de Almeida. Jantar e alojamento. Conversa com Sérgio Veludo Coelho sobre as Invasões Francesas numa sala do hotel.
2º Dia – Almeida / Freineda / Penacova / Buçaco / Coimbra
Início da visita pedestre ao longo do perímetro da Fortaleza de Almeida, onde se falará do cerco e ocupação desta praça-forte pelo Exército Francês. Passagem pelo Museu Militar de Almeida, e saída pelas Portas de S. Francisco. Partida de autocarro para Freineda onde se contempla o quartel-general de Wellington. Breve paragem para mostrar o centro da aldeia e o presumível edifício onde esteve o Estado Maior Anglo-Português. Referência à Terceira Invasão Francesa. Partida para Penacova. Almoço no Restaurante Panorâmico. No Buçaco visita do museu e ao monumento sobre esta batalha no contexto da Terceira Invasão Francesa. Chegada a Coimbra. Check in no Hotel Tivoli Coimbra. Jantar no Hotel Quinta das Lágrimas, edifício utilizado como quartel-general de Wellington. Regresso ao Hotel Tivoli Coimbra.

3º Dia – Coimbra / Torres Vedras / Oeiras / Lisboa
Saída de Coimbra para Torres Vedras. Visita ao Museu Municipal e ao Forte de São Vicente, evocando a falhada reta final do marechal Massena, o francês Filho da Vitória que soçobrou frente aos Portugueses. Almoço no Restaurante Mãe de Água, perto de Bombarral. Partida de autocarro para Oeiras. Visita ao Forte São Julião da Barra, evocando-o como último recurso de uma retirada anglo-portuguesa e das consequências da Guerra Peninsular como foi o caso da execução de Gomes Freire de Andrade. 19h30 – Chegada prevista a Lisboa.
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