Jornada Joanina

  • Destino: ,
  • Duração: 1 dia
  • De: 05/11/2017
  • a: 05/11/2017
  • Preço: 145€

tryart

Com Miguel Soromenho

O esplendor “italiano” do mecenato artístico de D. João V é um dos capítulos mais conhecidos da história portuguesa. Apesar da destruição causada em Lisboa pelo Terramoto de 1755, que consumiu o palácio real e a lendária igreja patriarcal, uma das mais ricas da Europa do seu tempo, mantiveram-se intactos como testemunho da prodigalidade do rei outros importantes monumentos e seus recheios. Uma visita ao conventos de Mafra, bom exemplo das inclinações estéticas do monarca e repositório do maior conjunto conhecido de obras de escultura romana barroca fora de Itália, é pretexto para uma rápida evocação de outras duas fundações joaninas menos conhecidas, propõe-se, assim uma passagem pelo palácio e convento das necessidades (visita exterior) e sua igreja, e ainda uma rápida visita à igreja dos Barbadinhos (Convento de Nossa Senhora da Porciúncula, de capucinhos italianos), que alberga um assinalável conjunto de pinturas de Giacomo Zoboli, encomendadas em 1745, a expensas do rei, e que consagram os padrões de gosto vigentes na corte portuguesa poucos anos antes do grande sismo.

Preço por Pessoa

145 €

Programa inclui:

  • Acompanhamento por parte de Miguel Soromenho durante toda a viagem;
  • Acompanhamento por um responsável da TRYVEL durante toda a viagem;
  • Autopullman de Turismo como indicado no programa;
  • Todas as visitas mencionadas no itinerário;
  • Almoço com bebidas,
  • Bilhete para o espetáculo;
  • Todos os impostos aplicáveis;
  • Seguro Multiviagens.

Programa não inclui:

  • Tudo o que não esteja como incluído de forma expressa;
  • Despesas de caráter particular designados como extras.

1º Dia – Lisboa / Mafra
09h00 – Encontro dos viajantes à partida de Lisboa em Sete Rios (defronte da entrada principal do Jardim Zoológico). 09h15 – Partida de autocarro para visita ao Palácio das Necessidades. Este palácio, erguido no reinado de D. João V, entre 1743 e 1750, integra-se num conjunto monumental classificado como imóvel de interesse público. Residência real durante mais de um século recebeu a partir de meados do séc. XX o Ministério dos Negócios Estrangeiros. Trata-se de uma construção barroca, desenvolvida segundo planta muito articulada em torno de dois pátios quadrangulares, cujo alçado principal constituído por três corpos delimitados por pilastras, surge rasgado por 24 janelas de peito no piso térreo. Visita à Capela de Nossa Senhora das Necessidades. Partida para a Igreja dos Barbadinhos. Antiga sede do Convento dos Barbadinhos Italianos, a Igreja é dedicada a Nossa Senhora da Porciúncula tendo sido construída no reinado de D. João V, tendo ficado concluída em 1742. Com a extinção das ordens religiosas, esta igreja passou a paroquial de Santa Engrácia. Partida para Mafra. Almoço no Restaurante Adega do Convento. Visita ao Palácio Nacional de Mafra. O ano de 2017 é um ano importante para o Palácio Nacional de Mafra, pois celebra-se o terceiro centenário da cerimónia de colocação da primeira pedra da Basílica. A Basílica ocupa a parte central do edifício, ladeadapelas torres sineiras. A arquitetura modela funcionalidades ligadas por quilómetros de corredores e mais de 150 escadarias. A engenharia perpassa por todo o monumento, desde o zimbório aos subterrâneos. Escolheram-se os melhores e escolheu-se do melhor: Ludovici e Custódio Vieira na arquitetura, Trevisani e André Gonçalves na pintura, Wolkmar Machado e Domingos Sequeira na pintura mural, Monaldi e Machado de Castro na escultura, Witlockx e Levache nos carrilhões. Foi feita segundo o desenho de João Frederico Ludovici ourives de origem alemã que, após a sua longa permanência em Itália, concebeu-a ao estilo barroco Italiano. Para a Real Basílica, o rei encomendou aos mais prestigiados pintores italianos e portugueses do tempo, as telas e lunetas de todas as capelas. Estas pinturas foram substituídas, no reinado de D. José, por retábulos e lunetas em mármore executadas na escola de escultura de Mafra, aqui fundada sob a direção do mestre italiano Alessandro Giusti. 16h00 – No Palácio de Mafra os participantes assistem ao Concerto a seis órgãos. Regresso a Lisboa após o espetáculo.
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