Terras do Barroso

  • Destino:
  • Duração: 3 dias
  • De: 21/09/2018
  • a: 23/09/2018
  • Preço: 340€

(English) passaporte

Com Vitor Casul

Quarto Duplo

340€

Suplemento Quarto Individual

55€

 

Programa inclui:

  • Acompanhamento durante toda a viagem por um guia oficial;​
  • Autocarro de turismo, de 51 lugares, com ar condicionado, para o percurso mencionado;​
  • Alojamento no hotel selecionado 4* ou similar: 2 noites com pequeno almoço e jantar;​
  • Todas as refeições mencionadas no itinerário, num total de 5, COM BEBIDAS INCLUÍDAS;​
  • Todas as visitas mencionadas no itinerário; ​
  • Todas as entradas, visitas e degustações mencionadas no itinerário como incluídas;
  • Seguro de viagem;​
  • Taxas hoteleiras e de serviço, bem como IVA.;
  • Bolsa de documentação contendo informação sobre os locais a visitar;​
  • Bolsa ou similar Tryvel;​

Programa não inclui:

  • Quaisquer serviços que não se encontrem devidamente mencionados no presente itinerário e extras de carácter pessoal (ex. gratificações, telefonemas, bar, mini-bar, lavandaria, etc.

NOTA: A presente cotação está sujeita a reconfirmação mediante as disponibilidades de alojamentos e serviços à data da V/ reserva. Os valores acima apresentados poderão sofrer eventuais alterações em caso de significativas oscilações de custos de combustível e/ou eventuais novas taxas. ​

1º Dia – Lisboa / Braga / Ruivães / Chaves
Em hora e local a informar, partida em autocarro privado com destino a Braga. Paragem técnica durante o percurso.​ Almoço no restaurante Solar do Paço.​ Após o almoço saída em direção a Cabril, destino Ruivães e visita da ponte de Misarela, um lugar fascinante e com uma lenda deliciosa.​ Como era costume nos tempos idos, qualquer obra que extravasasse as normais capacidades humanas era obra do diabo. A velha ponte de Misarela não escapou a esse destino, e a sua construção estará irremediavelmente ligada a um homem que entrega a alma a Belzebu. E não admira que lhe chamem ponte do diabo, a julgar pelas escarpas que ladeiam a ponte e sobre as quais a mesma se encontra edificada.​ Debaixo desta ponte com poderes mágicos, conta-se, sempre foram comuns práticas ancestrais ligadas à fertilidade. Conta a lenda “A pouco e pouco, as populações começaram a atribuir carácter sagrado à Ponte da Misarela. Mandava a tradição que quando uma mulher não levava os filhos a cabo – ou seja, quando algo ia mal na gravidez -, se dirigisse à Ponte e debaixo dela pernoitasse, na expectativa de ajuda celeste para o seu problema. No dia seguinte, a primeira pessoa que atravessasse a Ponte teria que ser padrinho ou madrinha da criança, à qual seria posto o nome de Gervásio, se rapaz viesse ao mundo, ou de Senhorinha, se de rapariga se tratasse”. ​ Esta ponte romano-medieval foi, também, palco de um combate entre as tropas francesas de Soult que retiravam do Porto, no final da II Invasão Francesa e milicianos locais que lhes procuravam tolher a passagem, em Abril de 1809.​ Continuação para Chaves.​ Chegada ao Hotel Forte de S. Francisco 4* ou similar (http://www.fortesaofrancisco.com/). Jantar no hotel e alojamento.​
2º Dia – Chaves / Montalegre / Pitões da Júnias / Tourém / Paredes do Rio / Chaves
Pequeno-almoço no hotel.​ Saída para Montalegre. Aí chegados, visita do centro histórico com o Castelo e do Ecomuseu do Barroso. Oportunidade para tomar um chá, acompanhado por uma fatia de pão e mel local.​ Continuação para Pitões das Júnias, capital do turismo Barrosão. A localização no extremo norte de Portugal, o clima inóspito no Inverno e a consequente emigração contribuíram para que a aldeia conservasse a sua pequena população e o característico aspecto medieval. As construções em pedra e a beleza natural do lugar deram início nos anos 90 do séc. XX, ao turismo ecológico na região. Chegada e visita ao Ecomuseu. O polo do Ecomuseu de Barroso, em Pitões das Júnias, foi o primeiro espaço museológico criado nas aldeias e está instalado na antiga “corte do boi”. Neste espaço, estão vincadas patente temáticas como a pastorícia em regime extensivo, a vezeira, a tecelagem, a agricultura de montanha, os modos de produção local, as alfaias agrícolas, o património etnográfico, o “boi do povo”, o lobo ibérico, o Parque Nacional Peneda-Gerês, entre outros. No piso superior, estão representadas as tarefas da mulher no “governo da casa” e, no rés-do-chão, os ofícios do homem, a temática do “boi do povo” e as actividades comunitárias.​ Almoço no restaurante Casa do Preto ou similar. Oportunidade para provar o tão afamado cozido Barrosão.​ Após o almoço, continuação para Tourém, para visita. Esta localidade fronteiriça sobre a Barragem do Rio Salas, é conhecida pelo términus do lado português do “Caminho Privilegiado” ou “Caminho do Contrabando entre Portugal e Espanha através do Couto Misto. Da visita à aldeia, destaque para a visita do forno comunitário.​ Neste dia,, a qual oferece uma visita ao passado, com a rota dos artesãos que, nas suas casas, mostram os seus locais de trabalho e os saberes muitas vezes já esquecidos. Visita ainda à aldeia Ecomuseu de Paredes do Rio. Esta aldeia do Parque Nacional Peneda-Gerês tem levado a cabo uma estratégia de recuperação do património comunitário, para que todos os edifícios dedicados ao armazenamento e transformação agrícola continuem a funcionar e sejam motivo de atracção turística. O ex-libris é um engenho hidráulico, com mais de duzentos anos, que agrega as funções de moinho, dínamo, serra e pisão, função quase extinta.​ Regresso a Chaves.​ Jantar no hotel e alojamento.​
3º Dia – Chaves / Barragem do Alto Barragão / Boticas / Lisboa
Pequeno-almoço no hotel. ​Saída com destino à Albufeira da Barragem do Alto Rabagão (Pisões). Chegada e panorâmica. Continuação para Boticas. Boticas é célebre pela Gastronomia, nomeadamente pela carne de vitela “barrosã“, mas também pelo afamado “vinho dos mortos“, que conseguiu este designação desde tempos das invasões Francesas. Diz-se que em 1809 a população, assustada com a destruição e saque que as tropas napoleónicas vinham deixando, decidiu enterrar alguns dos seus bens, entre eles o vinho tão apreciado. Após a retirada do inimigo, o povo descobriu que o vinho enterrado tinha um sabor ainda melhor, e ainda hoje se enterra as garrafas por um ou dois anos. ​Chegada e visita. Destaque para a Igreja Paroquial do século XIX e o impressionante “Guerreiro Calaico ou Castrejo”, um monólito antropomórfico esculpido, um dos quatro encontrados no Castro de Lesenho. Visita, ainda, do Centro de Artes Nadir Afonso e da Adega Vinho dos Mortos e ao repositório do Vinho dos Mortos , com uma degustação deste néctar.​ Almoço no restaurante Rio Beça ou similar, localizado em Carreira da Lebre. Após o almoço, início da viagem de regresso a Lisboa. ​
FIM DA VIAGEM​
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