1º Dia
Comparência dos participantes no aeroporto de Lisboa. Assistência nas formalidades de embarque e saída em voo regular com destino à cidade de Milão. À chegada, cumprimento das formalidades de desembarque e, em transfer privado, início da viagem até Bellinzona. Comuna Suíça, no Cantão de Ticino, é considerada a cidade mais italiana deste país, onde encontramos um misto de grandeza italiana e conforto suíço. Paragem durante o percurso para almoço. Após almoço, visitaremos o Complexo da Fortaleza de Bellinzona, onde encontramos os Castelos de Castelgrande, Sasso Corbaro e Montebello. O primeiro, o maior dos três castelos que compõem a Fortaleza de Bellinzona, juntamente com o baluarte e as muralhas da cidade, ergue-se numa colina habitada há mais de 6000 anos. No entanto, o complexo fortificado que hoje podemos observar remonta ao final da Idade Média, ou seja, entre o século XIII e o final do século XV. Um segundo período “milanês” (1473–1486), no final do século XV, sobrepôs-se à fase inicial de construção do século XIII. Como consequência da soberania confederada sobre o distrito de Bellinzona (1500), o Castelgrande passou a chamar-se Castelo de Uri em 1506 e – após a independência do Cantão do Ticino (1803) – Castelo de São Miguel em 1818.
O segundo, será uma fortaleza típica dos Sforza do século XV, e as suas massas de muralhas estão reduzidas à essencialidade de uma figura geométrica. O Sasso Corbaro alberga a "sala Emma Poglia" do século XVII. As transformações da sala foram dirigidas por Tita Carloni (1963-64) e Paola Piffaretti (1998-2004). O Castelo de Cima, como é chamado pela população de Bellinzona, foi declarado Património Mundial pela UNESCO.
O último castelo, construído originalmente no final do século XIII como residência da família Rusca, de Como, foi tomado pela família Visconti, de Milão, em 1335 e ampliado para fins estratégicos e militares. O castelo era protegido por altas muralhas com ameias e torreões de canto. Uma segunda muralha, mais robusta e com torres circulares, foi construída durante a segunda metade do século XV. O Castelo de Montebello foi uma parte essencial do sistema defensivo de Bellinzona e, juntamente com o Castelgrande, formava um anel defensivo em torno da cidade medieval.
No final da visita, continuação da viagem até Lugano. Check-in, jantar no hotel ou restaurante, e alojamento.
2º Dia
Pequeno-almoço no hotel e depois saída em autocarro para visita de Lugano.
A cidade situa‑se junto ao Lago Lugano, na sua parte mais larga, e, juntamente com a localidade vizinha de Paradiso, ocupa toda a baía de Lugano. A região é rodeada pelos Pré‑Alpes de Lugano, que se estendem por grande parte da região de Sottoceneri, a zona mais a sul de Ticino e da Suíça. Tanto a parte ocidental como a parte oriental do município fazem fronteira internacional com Itália.
Descrita como uma vila mercantil desde 984, Lugano foi alvo de disputas contínuas entre os soberanos de Como e de Milão até passar a integrar a Antiga Confederação Suíça em 1513. Em 1803, foi criado o município político de Lugano, na sequência da formação do cantão.
Como destaque da visita teremos a Catedral de São Lourenço. Fundada na Alta Idade Média, tornou-se paroquial em 818 e catedral em 1888, com uma história de várias reconstruções e enriquecimentos. Com uma fachada renascentista, e restaurada recentemente, abriga afrescos renascentistas, decorações barrocas e elementos que refletem as várias épocas, incluindo um restauro no início do século XX que procurou realçar o estilo românico lombardo.
Iremos também conhecer o centro histórico, como a Piazza della Reforma e a Via Nassa, repletas de charme italiano, entre palmeiras e arquitetura.
De seguida, subiremos de funicular para almoço no Monte Brè. Inaugurado em 1908, foi concebido como uma forma de desfrutar da natureza; hoje, numa viagem de cerca de 15 minutos a partir do centro de Lugano, leva‑nos ao ambiente natural intacto do Monte Brè, reconhecido como a montanha mais solarenga da Suíça, e pelas suas vistas deslumbrantes sobre o lago e as montanhas circundantes.
Regresso a Lugano e visita ao MASI – Museu de Arte da Suíça Italiana. Foi criado através da fusão do Museo Cantonale d'Arte com o Museum of Modern Art Lugano, duas instituições públicas de arte da cidade de Lugano, e abriu ao público a 12 de setembro de 2015. Apresenta predominantemente arte do século XX e arte contemporânea, com obras provenientes principalmente do Cantão de Ticino e, desde dezembro de 2019, conta com duas localizações: uma no centro cultural Lugano Arte e Cultura (LAC) e outra no Palazzo Reali.
Finalizamos o dia com um passeio de barco no lago Lugano. Descobrir a paisagem a bordo de um barco é uma das experiências mais encantadoras da região, que nos permite admirar as montanhas, as vilas pitorescas e as águas calmas que tornam este lago tão especial. No final, regresso ao hotel. Jantar livre e alojamento.
3º Dia
Pequeno-almoço no hotel. Em hora a combinar, partida em autocarro até Locarno.
Situada na margem norte do Lago Maggiore, é uma das cidades mais apreciadas na Suíça, pelo clima ameno e oferta cultural, sendo popular como destino de férias.
A experiência começa com a subida no histórico funicular que liga a cidade de Locarno até à rochosa Orselina. À medida que avança pela encosta, a paisagem abre‑se sobre o lago, as montanhas e os telhados coloridos da cidade. É uma viagem curta, mas cheia de encanto, que nos prepara para o ambiente sereno que nos espera no topo: um dos mais impressionantes locais de peregrinação na Suíça, o Santuário franciscano della Madonna del Sasso. É uma visão ocre imponente que parece flutuar sobre a cidade, assente num penhasco arborizado (sasso significa rocha). Foi consagrado em 1487 no local onde, sete anos antes, a Virgem teria aparecido ao irmão Bartholomeo da Ivrea, do mosteiro de San Francesco, situado na cidade. O complexo inclui a Igreja da Anunciação, o mosteiro, a Via Sacra (via crucis), a Estrada das Capelas – da qual, infelizmente, pouco resta – e a Basílica da Madonna del Sasso, que se ergue no topo do Sacro Monte, no final de uma ampla praça com uma vista espetacular sobre a cidade, os vales e o Lago Maggiore. No complexo existe também um nicho com uma representação da Última Ceia, realizada com estátuas de terracota. A magnífica igreja é decorada com fascinantes frescos e tábuas votivas. Trata‑se de um dos mais importantes sítios históricos e religiosos do Cantão de Ticino, caracterizado por obras de grande valor artístico, como a estátua em madeira da Madonna del Sasso situada na praça, o retábulo A Fuga para o Egipto, de Bramantino, e A Deposição de Cristo no Sepulcro, de Ciseri.
Almoço em restaurante na Piazza Grande, local pitoresco com atmosfera italiana, ideal para relaxar e absorver a cultura local, com mercados e atividades durante todo o ano. Da parte da tarde, visita do Castello Visconteo. Foi construído em 1341 por ordem de Luchino Visconti, na sequência da conquista do burgo. Ao longo do século XV, o castelo foi fortificado pelos Rusca, administradores de Locarno em nome dos Visconti. Até 1513 - ano em que a família milanesa deixou o controlo da região que incluía o Lago Maggiore - o edifício serviu tanto de alojamento para as guarnições como de fortificação defensiva. Nos séculos seguintes, sofreu várias remodelações e foi destruído várias vezes. Da estrutura do século XV sobrevive a parte senhorial do castelo, enquanto as estruturas mais exteriores resultam de uma reconstrução realizada entre 1924 e 1929. É atualmente a sede do Museu Cívico e Arqueológico de Locarno, famoso pela sua vasta coleção de peças de vidro romanas.
Terminamos o dia com um passeio no simpático e típico Trenino de Ascona. Teremos tempo para admirar tranquilamente a cidade, com o seu ambiente descontraído e lojas cheias de charme. O percurso pelo centro histórico, onde o comboio avança agilmente pelas ruas estreitas, permite apreciar algumas vistas verdadeiramente belas.
No final, voltamos para Lugano, para jantar de despedida em restaurante.
Regresso ao hotel e alojamento.
4º Dia
Pequeno-almoço no hotel. Check-out e partida para Varese.
A cidade de Varese, com vista para o Lago Varese, situa‑se aos pés do Sacro Monte di Varese, parte da cadeia montanhosa Campo dei Fiori, onde se encontram um observatório astronómico e o Centro Geofísico Pré-alpino. Está situada sobre sete colinas: San Pedrino, Giubiano, Campigli, Sant’Albino, Biumo Superiore, Colle di Montalbano (Villa Mirabello) e Miogni.
Faremos a visita da Basílica de San Vittore, uma igreja histórica dedicada ao padroeiro da cidade, apresentando uma impressionante combinação de estilos maneirista, barroco e neoclássico. Destaca‑se a imponente torre sineira barroca (Torre Bernascone) e o rico conjunto artístico no interior, que inclui frescos e esculturas. O edifício foi construído entre os séculos XVI e XVIII sobre locais religiosos mais antigos.
Veremos também o Batistério de São João, uma estrutura histórica dos séculos XII‑XIII situada junto à basílica. É conhecido pelo seu design singular em dois blocos, pelas simples paredes de pedra e pelos valiosos frescos, escondendo no interior uma antiga planta hexagonal que oferece um olhar privilegiado sobre a arquitetura religiosa medieval. Almoço em restaurante.
Partida para o aeroporto de Milão Malpensa, para cumprimento das formalidades de embarque. Saída em voo regular para Lisboa. Chegada, desembarque e recolha de bagagem.
Fim dos Serviços.